e é nestas vezes que de repente me sinto fraca e a única vontade que tenho é ir ter contigo e gritar-te "Será que não entendes que o mundo foi feito para mim e para ti?". Mas não, o mundo não é feito de contos de fadas! Por isso o máximo que faço é prender estes sentimentos com correntes bem fortes e não permitir que eles vagueiem por onde não devem e por quem não merece. Aí passo a música à frente, mudo de rua, vejo outro filme e não olho para a foto porque assim o mundo é mais fácil. Talvez injusto mas mais fácil.
Procurei um lugar para os meus pensamentos, vagueei por aí até que encontrei este lugar, o lugar dos meus rascunhos.
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terça-feira, 5 de março de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Foi aquele olhar, logo nas primeiras palavras que trocámos, que me envolveu de uma forma que nunca me tinha acontecido. Foi no dia a seguir não tirar da cabeça aquele desconhecido e perguntar-me o porquê. Foi o olhar pela janela. Foi na outra semana tremer quando o vi. Foi o querer estar com ele sem saber porquê. Foi o falar a medo, foi o olhar pelo canto do olho, foi o sentir as bochechas a corar. Foi a esperança de o ver. Foram as coincidências. Foi o procura-lo em todo o lado, foi o querer correr atrás, foram as músicas, foi 'acho que me estou a apaixonar', foi o não conseguir pôr um travão e o envolver-me como nunca me tinha acontecido em toda a minha vida.
sábado, 6 de outubro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Tijolo a tijolo
Depois de dois anos com a cabeça a dar mil voltas por tua causa, cansei-me. Cansei-me de ti, de mim e de como eu me tornei por tua causa. A muito custo decidi esquecer-te de vez e comecei a construir um muro. Um muro à volta de ti e de todas as memórias que tinha relacionadas contigo. Foi preciso muito tempo, muita coragem e algumas lágrimas para mandar tanto tempo e dedicação para o nada. Tijolo a tijolo lá consegui. Já não te encontrava nos meus sonhos, já não pensava em ti com tanta frequência, já não fazias parte do meu mundo. O muro foi crescendo de dia para dia. Eu andava sinceramente feliz e a ansiedade que carregava comigo com frequência deixou de existir. Chegou um dia. Aquele maldito dia em que com as palavras mais simples do mundo conseguiste derrubar tudo...Tudo o que demorou tantos meses a construir. Agora aqui estou eu, meia perdida, sem saber o que pensar e o que sentir. Só me resta pegar em mais tijolos e construir um muro mais forte porque, por enquanto, a minha cabeça ainda consegue resistir às fragilidades do coração.
Imagem retirada do Facebook de 'inspire me'
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Quotes
"Being deeply loved by someone gives you strength, while loving someone deeply gives you courage." - Lau Tzu
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Once upon a time
'Once upon a time somebody ran
Somebody ran away saying 'fast as I can
I got to go, I got to go'
Once upon a time we fell apart
You're holding in your hands the two halves of my heart
Once upon a time we burned bright
Now all we ever seem to do is fight
On and on
And on and on and on
Once upon a time on the same side
Once upon a time on the same side
In the same game
Now why d'you have to go
Have to go and throw water on my flame?
I could have been a princess, you'd be a king
Could have had a castle and worn a ring
But no, you let me go
Cause you really hurt me
No you really hurt me
Cause you really hurt me
No you really hurt me'
Princess of China - Coldplay ft Rihanna
Somebody ran away saying 'fast as I can
I got to go, I got to go'
Once upon a time we fell apart
You're holding in your hands the two halves of my heart
Now all we ever seem to do is fight
On and on
And on and on and on
Once upon a time on the same side
Once upon a time on the same side
In the same game
Now why d'you have to go
Have to go and throw water on my flame?
I could have been a princess, you'd be a king
Could have had a castle and worn a ring
But no, you let me go
No you really hurt me
Cause you really hurt me
No you really hurt me'
sexta-feira, 11 de maio de 2012
...
Não sei o porquê mas não consigo escrever sobre ti neste momento. Talvez porque o meu desejo seja não me lembrar de ti e querer esconder todas as memórias que tenho contigo e ignorar o facto de me teres partido o coração (mais uma vez). Sim, talvez seja isso. Estupidamente a mínima coisa que acontece no dia-a-dia faz com que me lembre de ti. Cada música que passa na rádio, cada frase, cada expressão, cada referência ao sítio onde vives faz com que o meu coração comece a bater a mil.Continuo com a sensação que perdemos o tempo das nossas vidas e que o teu problema era o medo e bastava pores isso de parte para darmos uma hipótese a nós, mas isso agora não interessa porque o importante é seguir em frente e pensar que vamos encontrar alguém melhor, alguém que nos complete de outra forma. Quando penso em ti continuo a ficar arrepiada, quando caio na realidade e vejo que tudo o que imaginei fazer contigo não passou de um sonho o chão continua a fugir-me dos pés, quando recebo uma chamada ou mensagem continuo na esperança que sejas tu, quando peço um desejo és tu que me vens à mente em primeiro e quando penso nas coisas que eram nossas apenas torna-se inevitável não ficar com os olhos a brilhar. Sinto a tua falta e tenho consciência que vai demorar algum tempo até que 'a ferida cure' mas, por agora, sinto-me melhor pensar que nada dói e que está tudo bem.
(imagem retirada do facebook de Just Inspiring)
terça-feira, 17 de abril de 2012
Problemas do coração
Mãe: - Hoje falei com o cardiologista sobre o teu electrocardiograma e ele disse que tinhas arritmia cardíaca.
Eu: - Hum, isso é muito grave?
Mãe: - Não filha, quase todas as pessoas têm.
Eu: - Está bem, tenho de ir à médica saber o que se passa então.
Mãe (em modo pensativa): - Sabes, esqueci-me de referir um pormenor ao médico...
Eu: - Então?
Mãe: - Que tu estás apaixonada e isso pode alterar o funcionamento do teu coração.
Eu: - Oh mãe...
Eu: - Hum, isso é muito grave?
Mãe: - Não filha, quase todas as pessoas têm.
Eu: - Está bem, tenho de ir à médica saber o que se passa então.
Mãe (em modo pensativa): - Sabes, esqueci-me de referir um pormenor ao médico...
Eu: - Então?
Mãe: - Que tu estás apaixonada e isso pode alterar o funcionamento do teu coração.
Eu: - Oh mãe...
sábado, 17 de março de 2012
Inseguranças OU como os amigos têm sempre a palavra certa
-Ele vem ter contigo agora, porque é que não estás a sorrir?
-Olha à tua volta...este lugar está cheio de raparigas bonitas. Ele vai chegar, vai olhar para elas e desejá-las...
-Ouve, por mais raparigas que aqui estejam, é de ti que ele gosta. É a ti que ele deseja, por isso deixa-te de preocupações e sê feliz pff!
-Olha à tua volta...este lugar está cheio de raparigas bonitas. Ele vai chegar, vai olhar para elas e desejá-las...
-Ouve, por mais raparigas que aqui estejam, é de ti que ele gosta. É a ti que ele deseja, por isso deixa-te de preocupações e sê feliz pff!
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Hoje vou voar até mais tarde
O Verão estava no fim. Bateste à minha porta e quase em sussurro pediste-me para entrar. Respondi afirmativamente e com a minha errada simpatia sugeri que tomasses chá comigo, naquele cantinho especial. Os teus olhos iluminavam tanto que era difícil olhá-los directamente e por isso recorri a um discurso tolo e sem sentido sobre música clássica e pianos voadores. Tu gostavas de coisas sem sentido, nada de clichés e por isso quando te ris-te não foi por me achares maluca mas porque sabias que, tal como eu, tinhas acabado de encontrar alguém que te completava. Quando dei por mim foi impossível pedir que saísses apesar das tardes horas que o relógio tocava e por isso deixei-te ficar até porque as borboletas que me assaltavam o estômago teimavam em não me largar. Passaram-se horas, dias, meses. Tu teimavas em não largar o sofá onde tínhamos bebido o primeiro chá. Eu gostava, sabia-me bem ter-te por perto mesmo que longe. Éramos tão iguais como diferentes e isso cativava-me. Aos poucos o teu discurso começou a ficar cada vez mais silencioso. As chávenas a ganharem pó e o sofá onde tu te sentavas começou a ganhar a forma do teu corpo. Não do meu, não do nosso. Do teu. Eu queria loucamente que ficasses comigo, apesar da voz da razão te querer mandar embora. Um dia olhei para ti e quase não te reconheci. Não sabia que pessoa eras, e tudo o que tinha feito sentido até agora, não passavam de puras fantasias que a minha cabeça imaginava. Tudo se desmoronou. Os bancos foram atirados às paredes que por sua vez ficaram riscadas pelas lágrimas que derramei nas noites de lua cheia. O cantinho deixou de ser especial e passou a ser algo tão normal, como uma passadeira no meio de uma grande cidade. As chávenas do nosso primeiro chá, sim, aquelas chávenas, partiram-se quando finalmente tive a coragem de me chegar ao pé de ti sentado no sofá e te disse 'Faz o favor de te levantares e saires do meu coração para sempre. Não vou voltar a abrir-te a porta, nem a tomar chás contigo porque hoje, bem, hoje eu vou voar até mais tarde'.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Valentine's Day and stuff
Hoje é Dia de São Valentim ou Dia dos Namorados como preferirem. Não gosto deste dia! Não é por não ter namorado actualmente mas porque o amor deve ser demonstrado o ano inteiro e sinto que este dia é demasiado forçado - eu própria já acabei um namoro neste dia, o que aos olhos da maioria faz de mim uma besta insensível mas não tenho paciência para coisas falsas e muito menos porque "hoje é um dia especial e temos de actuar como tal". Este dia faz-me lembrar quando eu andava na primária e no ciclo que escrevia sempre uma carta a alguém que eu considerava na altura ser a pessoa de quem eu gostava. Lembro-me de como eram as cartas: cheias de corações, com letra bonita e todas elas tinham um 'amo-te' no final- era uma tola eu, escrever 'amo-te' a torto e a direito-, geralmente a minha mãe deixava-me comprar um postal ou um envelope onde eu cuidadosamente escrevia o meu nome e o nome da pessoa 'amada' e depois entregava-lhe com muita vergonha.
Durante muitos anos estive sem me apaixonar a sério. Eu própria com os meus 13 anos sentia que não estava apaixonada por ninguém como eu tinha estado quando me apaixonei pela primeira vez. Poucos acreditam mas a minha primeira paixão a sério ocorreu quando eu andava no 4ºano. Lembro-me que sentia as famosas borboletas na barriga e que pensava muito nele e, curiosamente, foi com ele que dei o meu primeiro beijo que ficará eternamente na minha memória. Com isto tudo ia fazer um post dedicado à pessoa que me tem ocupado a cabeça nestes últimos dias e dispersei-me. Fica para a próxima que entretanto perdi a inspiração.
Durante muitos anos estive sem me apaixonar a sério. Eu própria com os meus 13 anos sentia que não estava apaixonada por ninguém como eu tinha estado quando me apaixonei pela primeira vez. Poucos acreditam mas a minha primeira paixão a sério ocorreu quando eu andava no 4ºano. Lembro-me que sentia as famosas borboletas na barriga e que pensava muito nele e, curiosamente, foi com ele que dei o meu primeiro beijo que ficará eternamente na minha memória. Com isto tudo ia fazer um post dedicado à pessoa que me tem ocupado a cabeça nestes últimos dias e dispersei-me. Fica para a próxima que entretanto perdi a inspiração.
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dia de são valentim
sábado, 28 de janeiro de 2012
Conclusões e conversas de café
'Amor é quando tens várias opções mas escolhes sempre apenas uma'.
Imagem retirada do Facebook de 'Just inspiring'
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Nem mais, nem menos.
"Eu queria sair por aquela porta e conhecer alguém. Assim, sem precisar procurar no meio da multidão.
Alguém comum, sem destaques evidentes, sem cavalos brancos ou dentes perfeitos.
Alguém que soubesse se aproximar sem ser invasivo ou que não se esforçasse tanto
para parecer interessante.
Alguém com quem eu pudesse conversar sobre filosofia, literatura, música, política ou simplesmente sobre o meu dia.
Alguém a quem eu não precisasse impressionar com discursos inteligentes ou com
demonstrações de segurança e autoconfiança.
Alguém que me enxergasse sem idealizações e que me achasse atraente ao acordar, de camisa amassada e sem maquiagem.
Alguém que me levasse ao cinema e, depois de um filme sem graça, me roubasse boas gargalhadas.
Alguém de quem eu não quisesse fugir quando a intimidade derrubasse nossas máscaras.
Eu queria não precisar usá-las e ainda assim não perder o mistério ou o encanto dos primeiros dias.
Alguém que segurasse minha mão e tocasse meu coração.
Que não me prendesse, não me limitasse, não me mudasse.
Alguém com quem eu pudesse aprender e ensinar sem vergonhas ou prepotências.
Alguém que me roubasse um beijo no meio de uma briga e me tirasse a razão sem que isso me ameaçasse.
Que me dissesse como eu canto e que eu falo demais e que risse das vezes em que eu
fosse desastrada.
Alguém que me olhasse nos olhos quando fala, sem me deixar intimidada.
Que não depositasse em mim a responsabilidade exclusiva de fazê-lo (a) feliz para com isso tentar isentar-se de culpa quando fracassasse.
Alguém de quem eu não precisasse, mas com quem eu quisesse estar sem motivo certo.
Alguém com qualidades e defeitos suportáveis.
Que não fosse tão bonito (a) e ainda assim eu não conseguisse olhar em outra direção.
Alguém educado, mas sem muitas frescuras.
Engraçado e, ao mesmo tempo, levasse a vida a sério, mas não excessivamente.
Alguém que me encontrasse até quando eu tento desesperadamente me esconder do mundo.
Alguém feito para mim.
Alguém comum, sem destaques evidentes, sem cavalos brancos ou dentes perfeitos.
Alguém que soubesse se aproximar sem ser invasivo ou que não se esforçasse tanto
para parecer interessante.
Alguém com quem eu pudesse conversar sobre filosofia, literatura, música, política ou simplesmente sobre o meu dia.
Alguém a quem eu não precisasse impressionar com discursos inteligentes ou com
demonstrações de segurança e autoconfiança.
Alguém que me enxergasse sem idealizações e que me achasse atraente ao acordar, de camisa amassada e sem maquiagem.
Alguém que me levasse ao cinema e, depois de um filme sem graça, me roubasse boas gargalhadas.
Alguém de quem eu não quisesse fugir quando a intimidade derrubasse nossas máscaras.
Eu queria não precisar usá-las e ainda assim não perder o mistério ou o encanto dos primeiros dias.
Alguém que segurasse minha mão e tocasse meu coração.
Que não me prendesse, não me limitasse, não me mudasse.
Alguém com quem eu pudesse aprender e ensinar sem vergonhas ou prepotências.
Alguém que me roubasse um beijo no meio de uma briga e me tirasse a razão sem que isso me ameaçasse.
Que me dissesse como eu canto e que eu falo demais e que risse das vezes em que eu
fosse desastrada.
Alguém que me olhasse nos olhos quando fala, sem me deixar intimidada.
Que não depositasse em mim a responsabilidade exclusiva de fazê-lo (a) feliz para com isso tentar isentar-se de culpa quando fracassasse.
Alguém de quem eu não precisasse, mas com quem eu quisesse estar sem motivo certo.
Alguém com qualidades e defeitos suportáveis.
Que não fosse tão bonito (a) e ainda assim eu não conseguisse olhar em outra direção.
Alguém educado, mas sem muitas frescuras.
Engraçado e, ao mesmo tempo, levasse a vida a sério, mas não excessivamente.
Alguém que me encontrasse até quando eu tento desesperadamente me esconder do mundo.
Alguém feito para mim.
(autor desconhecido)
domingo, 22 de janeiro de 2012
You (and I specially) should know this
'If a girl understands your bullshit, sticks around through all your mistakes and smiles even through you've done nothing for her. It's obvious she's a keeper but it's also obvious you don't deserve her.'
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
O que não nos mata, torna-nos mais fortes
A: -Se ele te dissesse que queria ir ter contigo neste momento, aposto que apanhavas o primeiro autocarro e ias ter com ele. Certo?
M: -Estás enganado. Isso era eu há uns meses atrás. Deixei de ser essa pessoa.
M: -Estás enganado. Isso era eu há uns meses atrás. Deixei de ser essa pessoa.
(imagem retirada do Facebook de 'inspire me')
sábado, 24 de dezembro de 2011
Just because it's Christmas
Este vídeo é das minhas cenas preferidas de todos os filmes românticos que já vi. Um dia gostava de ter
coragem de fazer algo igual, mas o mundo real não funciona como os filmes...
Se não corresse o risco de ser vista como ridicula, fazia isto por ele. Dir-lhe-ia o quanto ele é importante para mim, e que enquanto ele pensava que eu não gostava dele, ou que só o via como amigo, eu estava (e continhuo) apaixonada, porque como diz o filme "Just because it's christmas, and at Chirstmas you tell the truth", mas como na realidade quando ficamos com o coração apertado é algo verdadeiro vou deixar-me encostada no meu canto, à lareira quem sabe, desejando que o próximo ano seja diferente e me traga alguém que realemente me mereça.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
1 ano
Ao telefone bebedissima: "Mô hoje conheci um rapaz com um olhar tão profundo que nem te sei explicar". 21.
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