Procurei um lugar para os meus pensamentos, vagueei por aí até que encontrei este lugar, o lugar dos meus rascunhos.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
12.12.12
Passei por todos 00.00.00, 01.01.01, 02.02.02 e por aí fora...havia sempre uma certa piada em passar por este dia e sobretudo ter que escrever a data, ou olhar para o relógio e esperar que fossem as horas e os minutos certos que combinassem com a data. Nunca mais na vida vou poder ver os dias e as horas encaixarem na perfeição. Isto não me põe triste, claro. Afinal não passa de um pormenor engraçado, mas fica sempre aquela sensação de nostalgia quando sabemos que nunca mais vamos presenciar algo igual na nossa vida.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Quotes
"-Maybe it's like what you said. We should just both go our separate ways and then we'll do just fine.
-What if fine isn't good enough? What if I want extraordinary?" Do filme 'Hitch'
-What if fine isn't good enough? What if I want extraordinary?" Do filme 'Hitch'
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Notting Hill
O filme "Notting Hill" será eternamente o filme da minha vida. Não é que seja o melhor filme alguma vez realizado ou o melhor que eu já tenha visto, no entanto, foi o primeiro filme que me fez sonhar com o amor enquanto criança. Lembro-me de escrever num papel, com a letra desajeitada, a minha quote preferida "sou apenas uma rapariga em frente a um rapaz, pedindo que a ame" e de guardá-la na minha mesa de cabeceira com medo de a esquecer. Costumava perguntar-me, deitada na cama a ver este filme, se realmente haveriam amores assim, à primeira vista. Mesmo na idade da inocência sempre acreditei que não, que este tipo de amores não passavam de amores de cinema. Metia-me confusão porque é que nos filmes mostravam coisas que na realidade não aconteciam. Entretanto cresci, e percebi que é possível amar como as personagens do filme, que os amores 'assim' podem existir. Agora vejo o filme, possivelmente pela centésima vez, e consigo identificar-me na forma como a Anna Scott (Julia Roberts) pede ao William Thacker (Hugh Grant) para a amar como uma simples rapariga e continuo a apaixonar-me pelo filme vezes e vezes sem conta.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Foi aquele olhar, logo nas primeiras palavras que trocámos, que me envolveu de uma forma que nunca me tinha acontecido. Foi no dia a seguir não tirar da cabeça aquele desconhecido e perguntar-me o porquê. Foi o olhar pela janela. Foi na outra semana tremer quando o vi. Foi o querer estar com ele sem saber porquê. Foi o falar a medo, foi o olhar pelo canto do olho, foi o sentir as bochechas a corar. Foi a esperança de o ver. Foram as coincidências. Foi o procura-lo em todo o lado, foi o querer correr atrás, foram as músicas, foi 'acho que me estou a apaixonar', foi o não conseguir pôr um travão e o envolver-me como nunca me tinha acontecido em toda a minha vida.
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